1ª Geração Divina ![]()
Titãs - Τίταν ![]()
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| Etimologia: | Em grego Τίταν (Titán), é aproximado, em etimologia popular, de Τίταξ (títaks), rei e τιτηνηi (titéne), rainha, termos possivelmente de procedência oriental: Nesse Caso, Titã significaria "soberano, rei". Carnoy prefere admitir que os Titãs tenham sido primitivamente deuses solares e seu nome se explicaria pelo "pelásgico", tita, brilho, luz. A primeira hipótase parece mais clara e adequada às funções dos violentos titãs no mito grego. |

Os Titãs simbolizam, consoante Paul Diel, "as forças brutas da terra e, por conseguinte, os desejos terrestres em atitude de revolta contra o espírito", isto é, contra Zeus. Juntamente com os Ciclopes, os Gigantes e os Hecatónquiros representam eles as manifestações elementares, as forças selvagens e insubmissão da natureza nascente, prefigurando a primeira etapa da gestação evolutiva. Ambiciosos, revoltados e indomáveis, adversários tenazes do espírito consciente, patenteado em Zeus, não simbolizam apenas as forças brutas da natureza, mas lutando contra o espírito exprimem a oposuição à espiritualização harmonizantes. Sua meta é a dominação, o despotismo.
Titânidas: Astreia | Hécate | Mnemósina | Reia | Teia | Temis | Tetis
Titãs: Crono | Oceano | Ceos | Crio | Hipérion | Jápeto | Atlas
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Ref. Bibliográfica: |
BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Greva Vol I. Petrópolis, Vozes, 2004; |
| CARNOY, Albert. Dictionnaire Étymologique de la Mythologie Grêco-romaine. Louvai, Edit. Universitas. 1976, s.u.; | |
| Diel, Paul. Le Symbolisme dans la Mythologie grecque. Paris, Payot, 1952, P. 149 sqq. |
