Sobre o Autor | Contato

Mitologia Grega - 1ª Geração Divina

small logo

1ª Geração Divina

Cinco Eras Afrodite Mito, Rito e Religião Alfeu Ilha de Creta Aquelôo Ilha de Creta Asteria Ilha de Creta Astreia
A Invasão dos Aqueus Boreas Invasão dos Dórios Calipso O Legado Cárites Ilha de Creta Cérbero Ilha de Creta Ciclopes
A Invasão dos Aqueus Crono A Invasão dos AqueusEos (Aurora) A Invasão dos Aqueus Equidna A Invasão dos Aqueus Erínias A Invasão dos Aqueus Eris
A Invasão dos Aqueus Escamandro A Invasão dos Aqueus Estige A Invasão dos Aqueus Eurínome A Invasão dos Aqueus Fix A Invasão dos Aqueus Gerião
A Invasão dos Aqueus Gigantes A Invasão dos Aqueus Górgonas A Invasão dos Aqueus Gréias A Invasão dos Aqueus Harpias A Invasão dos Aqueus Hécate
A Invasão dos Aqueus Hecatonquiros A Invasão dos Aqueus Hespérides A Invasão dos Aqueus Hidra A Invasão dos Aqueus Hipno A Invasão dos Aqueus Horas
A Invasão dos Aqueus Ilítia A Invasão dos Aqueus Íris A Invasão dos Aqueus Mélias A Invasão dos Aqueus Métis A Invasão dos Aqueus Mnemósina
A Invasão dos Aqueus Moiras A Invasão dos Aqueus Momo A Invasão dos Aqueus Musas A Invasão dos Aqueus Nêmesis A Invasão dos Aqueus Nereidas
A Invasão dos Aqueus Nilo A Invasão dos Aqueus Ninfas A Invasão dos Aqueus Oceano A Invasão dos Aqueus Queres A Invasão dos Aqueus Reia
A Invasão dos Aqueus Tânatos A Invasão dos Aqueus Téia A Invasão dos Aqueus Têmis A Invasão dos Aqueus Tétis A Invasão dos Aqueus Titãs

Harpias - Άρπιμα

Pais:

Taumas e Electra

Filhos:

Filhos com Posídon - Xanto - Bálio - Flógeo - Hárpago

Etimologia: Em grego Άρπιμα (Hárpia). O "parentesco" com o verbo (harpádzein), "arrebatar" parece bem possívle, bem como o latim rapere, "arrebatar", tomar à força".

Harpias - Gravura - Desconhecido

As harpias significam, pois, literalmente, "as arrebatadoras". Gênios alados, eram apenas duas inicialmente: Aelo e Ocipete, às quais se acrescentou posteriormente uma terceira, Celeno. Seus nomes traduzem bem sua natureza. Significam respectivamente: a Borrasca, a Rápida no Vôo e a Obscuridade. Eram monstros horríveis; tinham o rosto de mulher velha, corpo de abutre, garras aduncas, seios pendentes. Pousavam nas iguarias dos banquetes e espalhavam um cheiro tão infecto, que ninguém mais podia comer. Dizia-se que habitavam nas ilhas Estrófades, no mar Egeu. Vergílio, coloca-as no vestíbulo do Inferno, com outros monstros.

Arrebatadoras de crianças e de almas, as imagens desses monstros eram muitas vezes colocadas sobre os túmulos, transportando a alma do morto em suas garras.

Harpias - Pintura em tela - DesconhecidoO principal mito das Harpias está relacionado com Fineu, o mântico, rei da Trácia. Sobre Fineu pesava terrível maldição. Tudo que se colocava diante dele as Harpias o arrebatavam, principalmente se se tratasse de iguarias:o que não podiam carregar poluiam com seus escrementos. Quando pela Trácia passaram os Argonautas, o rei pediu-lhes que o libertassem das terríveis Harpias. Zetes e Cálais, filhos do Vento Bóreas, perseguiram-nas, obrigando-as a levantar vôo. O destino, no entanto, determinara que as Harpias só morreriam se fossem agarradas pelos filhos de Bóreas, mas, de outro lado, estes perderiam a vida se não as alcançassem. Perseguida sem tréguas por Zetes e Cálais, a primeira Harpias, Aelo, caiu nm riacho do Peloponeso, que, por isso mesmo, Harpias - Gravura - Desconhecidopassou a chamar-se Hárpis. A segunda, Ocípete, conseguiu chegar às ilhas Equínades, que, desde então, se denominaram Estrófades, isto é, Ilhas do Retorno. Íris, outros dizem que Hermes, se postou diante dos perseguidores e proibiu-lhes matar as Harpias, porque eram "servidoras de Zeus". Em troca da vida, elas prometeram não mais atormental Fineu, refugiando-se numa caverna da ilha de Creta. Segundo algumas fontes, uniram-se depois ao vento Zéfiro e geraram os dois cavalos divinos de Aquilos, Xanto e Bálio "mais rápidos que o vento", bem como os dois ardentes corcéis dos Dioscuros, Flógeo e Hárpago.

 

 

 

 

----------------------------------------------------- ▲Subir

 

Ref. Bibliográfica:

BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Greva Vol I. Petrópolis, Vozes, 2004;

Sobre o Autor | Mapa do Site | Publique seu Artigo | Contato | ©2007 Templo de Apolo - Por Odsson Ferreira