Civilização Grega - História da Civilização

Períodos de Formação da Civilização

Linha do Tempo no Helenismo

Alexandre, o Grande Os Espólios de Alexandre Os Selêucidas Os  Lágidas Os Antigônidas Anexação Romana A Batalha de Actium
336 a.e.c.
323 a.e.c.
312 a.e.c.
305 a.e.c.
Alexandre, o Grande Os Espólios de Alexandre Os Selêucidas Os Lágidas
276 a.e.c. 200 a.e.c. 31 a.e.c.
Os Antigônidas Anexação Romana A Batalha de Actium, o Fim do Helenísmo

 

 

Introdução

A dinastia dos Lágidas foi fundada por Ptolomeu, filho de Lago. Todos os soberanos lágidas tiveram o nome de Ptolomeu, donde o nome de "Ptolomeu" dado também a dinastia.

É um curioso reino o dominio dos Lágidas: uma populacão indígena possuidora de tradições multimilenares ve-se dominada por uma minoria ativa e inteligente que se imiscui por toda a parte, introduzindo inovaçôes em todos os setores, em uma palavra, tentando helenizar o vale do Nilo. É bem verdade que os contatos entre gregos e egípcios já remontavarn a alguns séculos atrás. Agora, porém, havia uma imigracão em massa e os helenos pisavam o delta como Senhores. Compreende-se quanta habilidade foi necessária aos Lágidas para equilibrarem seu poder sobre as duas nacionalidades que não se apreciavam. Com uma corte e um exército predominantemente helênicos, os soberanos procuravam captar as simpatias dos egipcios, prestigiando o culto das divindades tradicionais e o respectivo clero.

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Ptolomeu I, Sotero (rei de 305 a 283)

Sua política interna revela um oportunismo inteligente: tolerância religiosa, atitude simpática frente a aristocracia e ao sacerdócio indígena, manutenção dos quadros bocais de administração, organização de um exército e de uma esquadra.

Sua poiltica externa é extremarnente prudente. Assinalemos a ocupação da região da Síria situada ao sul de Arados e de Damasco (SIria Meridional — Coele — Siria) por ocasião da luta em Ipsos (301) onde, devido a uma lentidão propositada, estivera ausente.

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Ptolomeu II, Filadelfo (283-246)

Procura intensificar a helenização do país e, ao mesmo tempo, aproveita ao máximo a capacidade produtiva do solo egípcio em proveito próprio, baseado no principio de que o Egito inteiro é propriedade do faraó. Alexandria, residência real, cidade cosmopolita em que se encontra, ao lado da população indígena, grande número de gregos e judeus, assiste a festas magníficas, testemunhas do esplendor da corte de Ptolorneu II.

Entre os acontecimentos da politica externa anotemos a primeira guerra da Siria da qual o Egito sai vitorioso (271) e a segunda guerra da Síria (259-252) que terminou com o casamento da filha de Ptolomeu II com Antloco II.

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Ptolomeu III, Evérgeta (246-221)

Parece ter enfrentado sérias dificuldades internas como fome e, talvez, uma revolta. Externamente fez a Terceira Guerra Siria e envolveu-se na polItica da Grécia contra Antígono Gonatas.

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Ptolomeu IV, Filopator (221-203)

Seu reinado marca uma época de decadência. A vitória alcançada em Rafia (217) sobre Antíoco, graças sobretudo a soldados egípcios, tem como consequência um despertar do orguiho nacional egípcio: sacerdócio, nobreza e povo se unem contra a dinastia estrangeira e promovern graves perturbações internas.

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Ptolomeu V, Epifânio (203-181)

Consegue ainda impedir ate o fim de seu reinado a decadência dos Lágidas. Esta, entretanto, torna-se inevitável e definitiva com os demais Ptolomeus que não podem subtrair-se a crescente influência polItica de Roma.

Em 136, provavelmente, Cipiâo Emiliano visita a terra dos faraós mais como inquisidor que como turista. Ele recolhe de sua viagem a impressão de que Rorna nada tem a fazer senão deixar que as acontecimentos evoluam a seu favor.

 

Referência Bibliográfica:

  1. GIORDANI, Mario Curtis. Historia da Grécia, Petrópolis-RJ, Ed. Vozes, 2000;
  2. MORKOT Robert, Historical Atlas of Ancient Greece, London, Penguin Group, 1996.
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