Períodos de Formação da Civilização 

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Linha do Tempo no Helenismo 
| 336 a.e.c. | 323 a.e.c. |
312 a.e.c. |
305 a.e.c. |
| Alexandre, o Grande | Os Espólios de Alexandre | Os Selêucidas | Os Lágidas |
| 276 a.e.c. | 200 a.e.c. | 31 a.e.c. | |
| Os Antigônidas | Anexação Romana | A Batalha de Actium, o Fim do Helenísmo | |
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| Introdução |
O reino de Seleuco, general de Alexandre, estendia-se da Índia ao litoral Mediterrâneo, abrangendo dentro de suas fronteiras povos Os mais diversos pela raça e pela língua. Não foi possível aos Selêucidas, como não o fora aos Aquemênidas, estabelecer um domInio de fato e duradouro sobre essas populações heterogêneas. Podemos resumir em poucas linhas os traços gerais da História do Reino aos Selêucidas. Hesitação entre firmar o domínio no interior do Continente e expandir-se pelo Mediterrâneo; luta encarniçada pela posse da Siria; desintegracão sucessiva da herança de Alexandre com a independência de satrapias orientais e a fundação do reino dos partas (250 a.e.c.) e, finalmente, dominio de Roma. Os Selêucidas datavam o inicio de seu reino a partir de 312 a.e,c. Babilônia, Selêucia sobre o Tigre, Sardes e Antioqula na Siria eram importantes capitais do Reino. Estudemos, agora, Os principais vultos e feitos dessa dinastia. |
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| Seleuco I (312-280 a.e.c.) |
Após a vitória de Ipsos (301), fundou as margens do Orontes a cidade de Antioquia assim chamada em homenagem a Antioco, pai do soberano. A estrada que ligava Antioquia a Seleucia constituia a viga mestra do grande reino. Seleuco revelou-se hábil administrador fazendo uma nova divisão territorial e associando ao trono seu filho e sucessor Antíoco a quem coube o governo das regiões situadas a leste do Eufrates e a cidade de Seleucia como residência. ▲Topo ▲----------------------------------------------------- |
| Antioco I Sotero (281-261 a.e.c) |
Teve que enfrentar a invasão dos celtas, a defecção das satrapias setentrionais, o desafio das cidades gregas do Ponto e, sobretudo, a ameaça de Ptolomeu II do Egito na Síria. Cária, Lícia, Panfília e em outras regiões da Asia Menor. A guerra entre os selêucidas e os lágidas, conhecida como primeira guerra da Siria, estendeu-se por alguns anos e teve um fim desfavorável para Antioco I que se viu forçado a reconhecer o dominio de Ptolomeu II em diversas regiões. O soberano selêucida dedicou-se, então, aos negócios interiores do reino, intensificando a colonização grega nas partes orientais de seus domínios. ▲Topo ▲----------------------------------------------------- |
| Antioco II, Teós (261-247) |
Filho do anterior, procurou restabelecer o prestígio de sua dinastia com a segunda guerra da Síria contra os Lágidas. No interior produzem-se revoltas: o grego Diodotos, sátrapa da Bactriana, recusa obediência aos Selêucidas. Os partas, por sua vez, proclamam sua independência. A guerra contra os Lágidas terminou com uma paz vantajosa para Antioco II graças, ao que parece, ao casamento deste com Berenice, filha de Ptolomeu Filadelfo que julgava assim preparar a união dos dois reinos. Laódice, mulher repudiada de Antíoco, não se conformou com a situação conseguindo a volta do ex-esposo (que acabou morrendo envenenado) e o massacre de Berenice. ▲Topo ▲----------------------------------------------------- |
| Seleuco II, Calinico (247-226) |
Filho de Laódice, O o sucessor de Antloco II. O novo soberano teve que enfrentar Ptolomeu III do Egito que pretendeu vingar a morte de sua irma Berenice. Essa guerra é conhecida como terceira guerra siriaca ou "Guerra de Laódice", assim chamada por causa da rainha que a provocara (246-241). Ptolomeu III obteve notáveis êxitos, conseguindo ocupar diversos pontos do reino selêucida. Dissensões internas enfraqueceram o poder de Seleuco II que teve como sucessor o filho Seleuco III, Cerauno (226-223). Durante este breve reinado, os gauleses (gálatas) consolidaram seu domínio na Galácia (Asia Menor). ▲Topo ▲----------------------------------------------------- |
| Antíoco Ill, o Grande (223-187) |
Era irmão do anterior. Procurou, em primeiro lugar, restabelecer a ordern interna em seu reino vencendo os súditos insubordinados, restabelecendo sua autoridade na Asia Menor e em outras regiões distantes. Prepara (após uma tentativa fracassada) o ataque ao Egito para reconquistar a Síria. Derrota os Ptolomeus, anexando definitivarnente a herança aos Selêucidas o território da Síria, da Samaria, e da Judéia até as fronteiras do Delta (cerca de 198 a.e.c.). Em 195 ofereceu hospedagem a Aníbal cuja cabeca os romanos exigiam. Era inevitável o choque com a nova potência. Na batalha de Magnésia (190) o consul L. Cornélio Cipião, o Asiático, derrotou o exército de Antíoco, comandado por este, obrigando-o a pagar forte indenização de guerra. Em 187 Antíoco III foi assassinado quando tentava apoderar-se das riquezas de um templo do deus Bel. |
Referência Bibliográfica:
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