Períodos de Formação da Civilização 

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Linha do Tempo no Período Clássico 
| 499-496 a.e.c. | 490 a.e.c. |
480 a.e.c. |
478 a.e.c. |
| Revolta das cidades Gregas da Jônia contra os Persas | 1ª Guerra Médica | 2ª Guerra Médica | A Hegemonia de Atenas e a Formação da Liga de Delos |
| 431-404 a.e.c. | 404-371 a.e.c. | ||
| A Guerra do Peloponeso | A Hegemonia de Esparta | ||
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| Introdução |
Esparta, sob a orientação de Lisandro, procurou imediatamente ocupar o lugar de Atenas no império marítimo substituindo os governos democráticos por oligárquicos. As resistências são afogadas em sangue. Mas os espartanos não possuiam a largueza de visão e a capacidade para a manutenção de um tão importante império. Os seguintes acontecirnentos podem ser anotados durante o período da hegemonia espartana:
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| Relações entre Esparta e a Pérsia |
O grande alvo da política espartana sempre foi o dominio da peninsula grega e, para atingi-lo, não hesitou mesmo em tratar com os persas. Em 401 Ciro, o Moco, aliado de Esparta, pretendeu destronar seu irmão Artaxerxes. Conseguiu, para esse fim, reunir diversos contingentes asiáticos aos quais se juntaram numerosos mercenários gregos comandados por um espartano. O exército revolucionário atingiu sem maiores dificuldades as proximidades da Babilônia onde foi derrotado na batalha de Cunaxa (401). Ciro perdeu a vida e os gregos, que so haviam batido valentemente, viram-se privados de seus chefes por um ato de traição praticado por Tissafernes. Escolhidos novos dirigentes, entre os quais figurava Xenofonte, o historiador da expedição, Os helenos realizaram a famosa retirada dos dez mil através do vale do Tigre ate o Ponto Euxino (400). — Livre de Ciro, Artaxerxes volta-se contra as cidades da Jônia que pedem o auxIlio de Esparta. Esta enviou sucessivarnente três generais a Asia Menor, um dos quais o rei Agesislau (396) que obteve triunfos, chegando mesmo a ocupar Sardes; viu-se, porém, obrigado a regressar a. pátria para salva-la de uma coligacao de Atenas, Corinto, Tebas e Argos organizada com o auxílio do ouro persa. A frota espartana deixada por Agesislau na Cária fol derrotada na bataiha de Cnido (394) pelo Ateniense Cônon que estava a serviço do rei persa. As cidades do litoral asiático caem novarnente sob o domínio persa e Cônon entra triunfalmente em Atenas. Ameaçada por todos os lados e temerosa do crescente poderio de Atenas que, sob a orientação de Cônon, havia reconstruído suas muraihas, organizado um exército e uma nova esquadra, Esparta procurou novamente entrar em boas relações com os persas: o almirante (navarca) Antálcidas foi enviado a Susa onde Artaxerxes ditou a paz aos gregos. É a paz de Antálcidas conhecida também como a "Paz do Rei" (386) que, entre outras condições, impunha o domínio persa nas grandes cidades gregas da Asia e obrigava as cidades da peninsula a aceitarem compulsoriarnente a paz imposta. Esparta saia fortalecida e com a hegemonia indiscutIvel na Grécia. Essa supremacia, entretanto, seria efêmera e cederia lugar diante de uma de suas Vítimas: Tebas. ▲Topo ▲----------------------------------------------------- |
| A 2ª Liga Ateniense |
Sob a proteção dos espartanos fora organizada em Atenas uma comissão administrativa de trinta membros (os trinta tiranos) que deveriam governar a cidade ate que entrasse em vigor uma nova constituição. Uma oligarquia feroz difundia o terror sob os olhares benevolentes de Esparta. Mas os exilados reunem-se sob a chefia de Trasibulo e conseguem depor a tirania. A rivalidade entre o rei Pausânias e Lisandro favoreceu a restauração da democracia em Atenas (403 a.e.c).
Novas relaçôes foram estabelecidas com os antigos membros do outrora poderoso Império Ateniense aos quais se apresenta um novo programa baseado no mútuo auxIlio em caso de perigo e na completa autonomia de cada uM. A nova Confederação recebe numerosas adesões e, embora não houvesse atingido o esplendor da primeira, chegou a desempenhar importante papel nos acontecimentos do rnundo grego entrando em decadência pelas seguintes razões: dificuldades financeiras, oposição persa, inveja de Tebas e, finalmente, o domínio macedônico. ▲Topo ▲----------------------------------------------------- |
Referência Bibliográfica:
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