Períodos de Formação da Civilização 

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Linha do Tempo no Período Clássico 
| 499-496 a.e.c. | 490 a.e.c. |
480 a.e.c. |
478 a.e.c. |
| Revolta das cidades Gregas da Jônia contra os Persas | 1ª Guerra Médica | 2ª Guerra Médica | A Hegemonia de Atenas e a Formação da Liga de Delos |
| 431-404 a.e.c. | 404-371 a.e.c. | ||
| A Guerra do Peloponeso | A Hegemonia de Esparta | ||
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| Introdução | ||
Em 490 a.e.c., após cüidadosos preparativos, uma nova expedição, comandada por Dátis e Artafernes e levando o antigo tirano Hípias como conselheiro, parte para Eubéia e Atica atacando, de passagem, a ilha de Naxos. Erétria é tomada e destruída e os persas desembarcam vitoriosos na planicie de Maratona. A conselho de Milciades, os atenienses resolvem tomar a ofensiva. Dez mil cidadãos de Atenas auxiliados por mil soldados de Platéias (Esparta recusara enviar suas tropas antes da lua cheia) infligem aos persas uma retumbante derrota. A tentativa de Dátis e Artafernes de desembarcar tropas para atacar Atenas desguarnecida fracassou diante da atitude decidida dos herôis de Maratona que, em marchas forçadas, foram defender a cidade. |
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| Punição aos gregos | ||
Na hora de avançar para Atenas, porem, a coisa não era tão simples. A cidade podia reunir ate 10 mil hoplitas, os soldados de infantaria pesadamente armados que eram o coração de todo Exército helénico naquela época. Os persas eram superiores em número — algo entre 20 mil e 30 mil homens. Mas nenhum dos generais do Grande Rei estava interessado em correr riscos. Um possível atalho para a vitória era o ex-tirano ateniense Hípias, que tentava negociar uma rendição secreta — a qual, claro, recooocaria o poder em suas mãos. Mesmo os atenienses leais tinham dúvidas sobre como organizar a resistência. Para a sorte desse segundo grupo, o general Milcíades estava do lado deles. Ele tinha sido tirano das co!ônias gregas no mar Negro e conhecia o jeito persa de guerrear. Milciades convenceu o governo de Atenas de que era preciso ir ao encontro do inimigo. Assim, ele e os outros nove generais de Atenas, a frente de seus guerreiros, desceram caminho ingreme rumo a planicie de Mararona, entre as montanhas e o mar, Ali, eles receberam o reforço inesperado de 600 soldados de Plataia, uma pequena cidade aliada de Atenas. E teve início uma longa espera — atenienses que temiam atacar por não terem cavalaria ou arqueiros consigo, persas que esperavam a ajuda dos amigos de Hípias para tomar Atenas de vez. ▲Topo ▲----------------------------------------------------- |
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| Batalha de Maratona | ||
Tudo indica que Dátis e Artafernes resolveram agir primeiro — eles embarcaram a maior parte de seus cavaleiros, à espera de um sinai dos traidores, os quais abririam os portões de Atenas para eles sem luta. Mas os persas cometeram o erro fatal de usar gregos da Asia em seu exército. Alguns deles se esgueiraram ate o acampamento ateniense de madrugada, avisando os compatriotas do que tinha acontecido. Era agora ou nunca: Milciades e companhia tinham de atacar. Quando o dia raiou, a ponta sul da planície estava tomada pelos atenienses. Com suas couraças, grandes escudos e capacetes de bronze, as lanças de freixo nas mâos, eles avançaram. No ultimo estágio, mesmo com esse peso de 30 quilos nas costas, as fileiras gregas puseram-se a correr, deixando os persas com a impressão de que tinham enlouquecido. A cavalaria de Artafernes, enfim, zarpou para a cidade. Os hoplitas atenienses correram de volta para casa com tamanha gana que, quando Artafernes ancorou, deu de cara com os mesmos guerreiros viroriosos em Maratona. Os traidores, na ultima hora, tinham desistido: as portas de Atenas continuavam trancadas. Dátis e Artafernes não tiveram remedio senão levantar âncora e retornar, já antecipando a fúria de Dario. ▲Topo ▲----------------------------------------------------- |
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| Formações dos exércitos | ||
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Em iferioridade numérica, os atenienses precisavam igular sua frente de batalha com a dos persas. Por isso, colocaram mais fileiras nas alas (por volta de 12), enquanto o centro contava com 4. O padrão eram oito fileiras |
Os persas costumavam colocar seus melhores homens no centro. Assim, enquanto as alas gregas venceram, os persas avançaram no meio da linha de batalha, empurrando os atenienses para o interior. |
As Alas atenienses vitoriosas deram meia-volta, uniram-se e voltaram-se contra o centro persa, auxiliados pelos sobreviventes de seu centro. Resultado: 200 gregos morreram, ante mais de 6 mil persas. |
Referência Bibliográfica:
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